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O Pequeno Empresário tem Pequenos Problemas?
Bernardo Leite Moreira

Evidente que o título é apenas uma provocação. Ou, até mais do que isso, o título é uma grande inverdade. As grandes empresas defrontam-se com problemas que, freqüentemente, estão relacionados com grandes valores financeiros. Mas esse é apenas um referencial para a análise das dificuldades de uma organização. É na pequena e média empresa que os administradores defrontam-se com restrições de decisão que, sem dúvida, se tornam grandes obstáculos à melhor solução de seus problemas. Poderia iniciar meu comentário citando as restrições financeiras das pequenas empresas que reduzem, significativamente, o espaço de manobras para soluções práticas do seu dia-a-dia. Mas esta seria uma maneira muito trivial para explicar toda a variedade de dificuldades que enfrentam a pequena e média empresa. Apenas como exemplo, vou descrever alguns desses obstáculos significativos que dificultam a administração: 1- A ausência de uma estrutura mais profissional, levando o empreendedor a uma centralização na gestão (1). 2- Um processo de comunicação interna (2) assistemático, causando disfunções operacionais no quadro de funcionários. 3- Dificuldades para uma reanálise dos objetivos estratégicos (3) do negócio e a questão do crescimento planejado e sustentado, principalmente em um mercado tão mutante como o de hoje. 4- E, para algumas, o difícil equacionamento do processo sucessório(4) dentro da empresa. Como pode-se notar, a pequena empresa não é um empreendimento com pequenos problemas. Tenho certeza de que todo empreendedor tem plena consciência deste fato. A única observação que tenho é para que o empreendedor faça do enfrentamento dessas situações um esforço objetivo, organizado e, principalmente, sistemático para que os resultados sejam mais palpáveis. Recorra aos quatro links para melhor informação sobre esses pontos iniciais. Voltarei a discutir estes e outros pontos importantes na administração do seu negócio. :Lendo sobre o assunto: Ciclo de Vida das Empresas - Bernardo Leite Moreira Vocabulário Centralização na gestão(1) - é tipica a situação em que o empreendedor é o faz tudo na empresa. Isto decorre da falta de profissionais mais qualificados ou da falta de confiança nas pessoas dentro da empresa. A conseqüência imediata é a grande ausência de tempo do empreendedor para pensar em novas alternativas ou, até mesmo, nas oportunidades de negócio. Normalmente suas decisões são tomadas com pressão de tempo e, portanto, com séria exposição a maiores riscos. Uma alternativa de solução a este problema está no processo de delegação de algumas atividades rotineiras que o empreendedor assume para si. A definição de alguns pontos de controle e de responsabilidades definidas para alguns profissionais da empresa é um recurso que pode trazer excelentes benefícios para o negócio. Primeiro, porque o empreendedor teria tempo para pensar o negócio, e também porque esta seria uma oportunidade de desenvolvimento de alguns profissionais dentro da empresa. É impressionante como algumas pessoas nos surpreendem quando lhe confiamos algumas funções bem definidas. Comunicação interna(2) - O processo de comunicação interna é tão importante na empresa como o sistema circulatório no corpo humano. Assim como o sistema circulatório "carrega" oxigênio para todos os órgãos no corpo humano, possibilitando que possam cumprir suas funções, o sistema de comunicação interna na empresa também "carrega" informações para que cada setor cumpra com objetividade suas responsabilidades. Uma maneira efetiva de gerenciar a comunicação interna pode ser desenvolvida com uma reunião semanal entre os responsáveis por setores, orientando-os sobre atividades e cobrando-os por soluções que possam ser discutidas entre todos. Não se esqueçam que não existem soluções individuais na empresa. Qualquer mudança em um ponto interfere em toda a empresa. Reanálise dos objetivos estratégicos(3) - Esta é uma função indelegável do empreendedor. Ninguém pode fazer por ele. No entanto, não é uma atividade que o empreendedor possa fazer sozinho. Ele precisa de informações, principalmente do mercado, assim como informações das possibilidades e das restrições do seu ambiente interno, isto é, das forças e debilidades da sua empresa. Para tanto, meu amigo empreendedor, é necessário tempo disponível. Se a rotina interna da empresa não lhe dá tempo para isso, então o seu negócio pode estar em risco. Enfrente esta situação com persistência, pois pode ser a diferença entre o sucesso ou o fracasso. Sabemos que o mercado tem sofrido grandes mudanças e precisamos estar atento às suas ameaças e oportunidades. Converse com outros empresários, busque informações com associações, em suma, não saia do mercado. Ali é o seu lugar. Processo sucessório(4)- Esta é uma das atividades mais complexas de qualquer negócio, seja qual for o seu porte. Posso afirmar que é uma das poucas dificuldades que a empresa não resolve sem auxílio externo. A preparação da sucessão é longa, delicada e exige estratégia. Cada caso deve ser analisado individualmente. Às vezes o desenvolvimento do(s) sucessor(es) pode ser feito internamente, na própria empresa. Em outros casos, é mais adequado que seja feito fora. Em suma, o melhor que se pode falar a respeito deste assunto é que você, empreendedor, não deve se considerar competente sozinho para resolver esta questão. Consulte, converse, planeje e execute com disciplina um plano, de longo prazo, para que os problemas sejam os menores possíveis. A má administração desta questão tem fechado empresas.


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