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Pare e pense: que profissional você quer ser?
Paulo Ancona Lopez

É comum entre executivos estrangeiros que por aqui atuam a reclamação de que o profissional brasileiro é competente, mas inconstante, capaz de trocar perspectivas de carreira por uma vantagem financeira mínima. Se em parte isso reflete um cenário econômico de incertezas e inseguranças, há que se considerar também a pouca preocupação destinada a algo de fundamental importância: a gestão de carreira.

 

Essa postura imediatista, que acaba por justificar a avaliação de inconstância no ambiente corporativo, leva à necessidade de repensar certos paradigmas. Não é exagero afirmar que a gestão eficiente de uma carreira é tão importante para o profissional quanto o planejamento estratégico é para as empresas.

 

Cabe observar que esta gestão não pode ser confundida com plano de carreira, uma vez que este último não depende apenas do profissional, mas também da empresa e de uma série de conjunturas. Plano de carreira, por sinal, é uma terminologia cada vez mais em desuso no ambiente corporativo. O que se vê hoje é um cenário bastante volátil, sem cargos fixos, com mais trabalho do que emprego. A exceção talvez fique por conta do setor público.

 

Isso não impede que um profissional, qualquer que seja a sua área, estabeleça um planejamento estratégico para a sua atuação no mercado de trabalho. Pelo contrário: esta nova realidade pode ser encarada como estímulo. Para isso, basta criar na própria mente o caminho a ser percorrido, transformando-o em ações práticas e objetivas. É o mesmo raciocínio que se aplica aos valores de uma grande empresa.

 

De modo geral, mas sem se prender a fórmulas prontas, é possível determinar alguns passos, assim como se faz com o planejamento estratégico das empresas:

 

1. Definição do negócio (o que eu quero ser);

2. Missão e visão (como eu quero ser e ser visto pela empresa e pelo mercado);

3. Definições estratégicas (que cursos devo fazer, no que me especializar ou que segmento de mercado priorizar);

4. Definição dos processos (como fazer tudo isso na prática sem fugir dos objetivos).

 

Essencial também é a definição do que levar em conta no momento de decidir por um ou outro caminho: ambiente de trabalho, status, possibilidade de ascensão e visibilidade são alguns fatores. Além da remuneração, é claro. Aqui, por sinal, reside a questão que aflige muita gente: entre um possível crescimento em médio e longo prazo e um melhor salário imediato, o que é mais vantajoso? Como em muitos outros assuntos, não há resposta pronta. Cabem a análise de custo x benefício e as expectativas profissional e pessoal. Se for consistente, a gestão de carreira pode equacionar esta dúvida.

 

O ideal é que esse processo ocorra no início da vida profissional, mesmo que ao longo da carreira possa haver mudança de rumos. Aliás, mudanças podem ser novos desafios, que não podem ser descartados por profissionais em constante aperfeiçoamento.


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